Interlaken, Victoria-Jungfrau Grand Hotel e Spa

Suíça, Interlaken, Victoria-Jungfrau Grand Hotel e Spa

Interlaken é um povoado encravado nos alpes suíços. Ela é pequena com 5 mil habitantes, possui um paredão de montanhas bem perto de si, no inverno é destino certo e super procurado para esquiadores e snowbordistas, no verão é um cenário encantador para namorar. Seu nome quer dizer: entre lagos – ela fica no meio dos lagos de Thun e Birenz. Neste canto da Suíça se fala alemão. Seu cartão postal é a montanha de Junfgrau com 4.158 metros de altura e de uma beleza desconcertante. Subir ao topo dela é a melhor parte do programa. O belo passeio acontece a bordo de um trem, da janelinha a paisagem é destas que nos deixam sem palavras, sugestão: play no ipod e fique a suspirar. Momento para estar de mãos dadas. O trem vai subindo até chegar a 3.454 metros de altitude onde fica a estação ferroviária de Jungfraujoch que foi construída entre 1896 e 1912 (a mais alta da Europa). Há um complexo com cafés, lojinhas de souvenir e uma plataforma para fotografar a grande montanha coberta de branco.

Ficar hospedado no Hotel Victoria-Jungfrau é um prazer extra, ele é o melhor da cidade, peça para o jaguar do hotel lhe buscar na estação de trem que fica a poucas quadras, mas quem se importa? Ouso dizer que o “ouro” está no ESPA, na piscina aclimatada e coberta que sabiamente é separada da parte externa por uma grande parede de vidro, observe que ao lado dela tem uma passagem para fora onde aparece mais um motivo para relaxar: uma jacuzzi super aquecida com uma forte ducha, daí sim parece você estar em plena conexão com a natureza. Não deixe de marcar uma massagem, ali foi um dos melhores tratamentos relaxantes da minha vida, a sessão “spoilt your self” (mime a si mesmo) começa sentadinho numa poltrona com seus pés dentro de uma bacia de água quente, onde sua terapeuta vai os massagear fazendo uma esfoliação, uma rápida massagem na cabeça, lhe trará um chá (em louças negras lindas) e vai perguntar que aromas vocês quer para sua massagem, repare no jardim de inverno sinta o cheiro do ambiente, feche os olhos e se entregue de corpo e alma a este momento. Depois de praticamente levitar encontre seu amor na sala de relax, deite-se nas espreguiçadeiras e lá pelas tantas volte para o calor e conforto da sua habitação e descubra que fazer amor neste estado zen pode ser incrível.

Genebra, Mandarin Oriental

Suíça, Genebra, Mandarin Oriental

Genebra é um lugar para morar, você vai sair de lá com esta sensação. E os motivos são muitos: qualidade de vida desponta na lista. Paisagens lindas ajudam a gente gostar dela, lugarzinhos gostosos para ver a vida passar sem a mínima pressa fazem parte do pacote (o que pode ser mais romântico do tomar um champagne ao entardecer, num resto-bar com velinhas, na beira do rio Reno num clima love is the air?), restaurantes para gostos requintados e lojas para bolsos fartos, o mundo das grifes está lá.

Genebra é uma cidade para se viver (por uns dias ou por anos) com dinheiro. Fique hospedado no Mandarin Oriental (além de estar nas margens do rio, possui o restaurante Le Sud que serve comida indiana assinada pelo chef Vineet Bahtia, o Rasoi que apresenta a proposta de ser uma brasserie comandada por Paul Bocuse, ao lado do check in está uma adega que nos faz salivar e perto dela um convidativo bar para um drink de boas vindas).

Coisas para fazer a pé na companhia de um guia (fui lá que escutei a frase: “meu trabalho é dar vida às estátuas”, ditas pelo Sylvian de Pury – sylvaindepury@bluewin.ch, melhor guia que eu já tive), visita ao Museu da Cruz Vermelha, se “atirar” no chocolataria Gilles Desplanches (na cidade velha), almoço no Arthus (peça uma mesa ao ar livre, mas namore as poltronas do lado de dentro), visite o bairro de Carrouge (uma vila no estilo italiana lindinha), passe um par de horas namorando no gramado do Parc de Bastion, faça umas comprinhas na rua Corraterie (lembre-se o relógios suíços são os melhore do mundo), viste a sede da ONU (e veja as crianças brincarem na fonte que tem na frente do prédio, uma delícia), assista um espetáculo no Teatro do Ópera, suba na montanha de Savèle por um teleférico de onde se tem uma vista incrível da cidade, acabe o dia em volta do rio Reno curtindo o Jet Deau (se inspire na foto ao lado). Na Cidade Velha fique um dia inteiro (passe pela Catedral de Saint Pierre, pelo distrito de San Gervasio, pela Galerie Temoin, pela Livraria Librarie Ancienne Antique, pela estátua de Pichet de Rochemont e depois se deixe ficar em um dos cafés e restaurantes instalados pelas praças e ruelas.

Luzern: Hotel Palace Luzern

Suíça, Luzern: Hotel Palace Luzern

Luzern (Lucerna em português) é uma cidade para se conhecer com sol. Portanto, fuja do inverno europeu, onde dias de céu azul são uma raridade. Em tempo: inverno é minha estação predileta, namorar no frio é uma delícia. Mas sem sol Luzern não pode revelar a beleza do Lago dos Quatro Cantões nem a grande montanha-ícone, Pilatus. Ela é superfamosa pelos festivais de música e é a cidade mais visitada da Suíça onde se fala alemão.

O rio Reuss divide a cidade com algumas pontes feitas de madeira que levam os visitantes de um lado ao outro da Cidade Velha. As ruelas aparecem, a arquitetura renascentista e barroca desponta, as praças com seus chafariz se revelam. Dá para notar construções medievais, igrejas góticas, torres seculares… bem, o que não é secular por essas bandas?

A Ponte da Capela é um dos principais cartões-postais – ao lado de Pilatus, é claro. No meio da ponte surge uma capela com pinturas de Henry Wagmann de 1600, que contam lendas, combates e histórias referentes à cidade. Oposto ao passado de Luzern está o novo, refletido no KKL Lucerne, um moderno espaço cultural, todo envidraçado, que recebe eventos culturais, musicais e de gastronomia, assinado pelo arquiteto francês Jean Nouvel. Ele fica nas margens de Reuss, no píer de madeira que se estende por todo o rio e onde se pode caminhar, correr e namorar.

Compras? Bem, na Suíça tenha três coisas em mente: queijos, chocolates e relógios. Em se tratando do terceiro item citado (não menos importante), visite a relojoaria Bucherer, fundada por Carl Bucherer em 1888. Decida-se entre as mais de 400 peças.

Acabe o dia admirando Reuss do Hotel Palace Luzern, escolha um quarto com vista para o rio, tome um banho de imersão na banheira que tem uma janela para o quarto, depois se enrole no roupão e fique na sacadinha tomando um vinho e preparando-se para um grande jantar. Planeje uma surpresa enogastronômica para seu amor: finger foods na adega; entrada na cozinha; prato principal no restaurante Jasper (que tem um ambiente superclean, com menu preparado pelo aclamado chef Ulf Braunert) e sobremesa no bar com piano de cauda. O resto é com você!

 

Para saber mais:

www.palace-luzern.ch/

Lausanne: Lausanne Palace e Spa

Suíça, Lausanne: Lausanne Palace e Spa

Lausanne fala francês inclusive porque das margens do Lago Genebra vemos a França. Deu para entender a influência, né? Adoro essas fronteiras do Velho Mundo. Ela é cheia de colinas, repleta de sobes e desces. Nela fica a sede do Comitê Olímpico Internacional, que tem uma exposição permanente aberta para visitação com um restaurante charmoso. Vale conhecer mais e lembrar fatos históricos dos jogos. A Cidade Velha, como se pode esperar, é sua faceta mais charmosa e aconchegante, onde há bons endereços de gastronomia e compras, e no seu topo (junto à igreja) está a melhor vista dos telhadinhos e torres. Ainda por essas bandas reserve uma mesa no Le Grütli (que serve fondue) e descubra que apesar de ser o mais antigo e melhor restaurante da cidade, tem um clima supersimples e descontraído. O fondue? De comer de joelhos! Há quem diga ser o melhor da região. Eu apostaria que sim, inclusive porque até nosso Pelé já foi conferir. Vale fazer um reconhecimento de campo nos povoados vizinhos. A dica é provar os ótimos vinhos brancos produzidos na Suíça. Passe um dia inteiro em Lavaux, banhada pelo Lago Léman e com uma vista estonteante dos Alpes, afinal, a duplinha lago e cadeia de montanhas nevadas sempre surpreende. Os vinhedos de Lavaux, na vilinha de Chexbres, foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco.
O mais diferente é que os vinhedos são plantados em terraços perpendiculares aos Alpes (por sua geografia irregular) e só há vinícolas boutique, muitas abertas a degustação. Dê um pulo na propriedade da família Barbey, que produz os rótulos Saint-Saphorin, e agende um almoço no restaurante do Hotel Prealpina. Antes de voltar para Lausane faça um pit stop em Vevey para se deliciar com chocolates artesanais da Confiserie Poyet que fazem os sapatinhos de Charles Chaplin na versão cacau (Chaplin passou os últimos anos de sua vida em Vevey).
Hospede-se no Lausanne Palace & Spa, curta o spa com produtos Aveda (o tratamento facial é sensacional), marque um horário no Cupper Therapy com seu amor, uma salinha com mil prazeres carnais, tais como sauna seca e úmida, banheira de cobre vinda de um antiquário em Londres e camas para massagem.

Para saber mais:
www.lausanne-palace.com/

Interlaken: Victoria-Jungfrau Grand Hotel e Spa

Suíça, Interlaken: Victoria-Jungfrau Grand Hotel e Spa

Interlaken é um povoado encravado nos Alpes Suíços. É pequena, tem 5 mil habitantes, possui um paredão de montanhas bem perto de si e no inverno é destino certo e superprocurado para esquiadores e snowboarders. no verão é um cenário encantador para namorar. Seu nome quer dizer: entre lagos – já que ela fica no meio dos lagos de Thun e Brienz. Nesse canto da Suíça se fala alemão. Seu cartão-postal é a montanha de Jungfrau, com 4.158 metros de altura e de uma beleza desconcertante. Subir ao topo dela é a melhor parte do programa. O belo passeio acontece a bordo de um trem, da janelinha a paisagem é dessas que nos deixam sem palavras, e fica sugestão: play no iPod e fique a suspirar. É o momento para estar de mãos dadas. O trem vai subindo até chegar a 3.454 metros de altitude, onde fica a estação ferroviária de Jungfraujoch, construída entre 1896 e 1912 (a mais alta da Europa). Há um complexo com cafés, lojinhas de souvenir e uma plataforma para fotografar a grande montanha coberta de branco.
Ficar hospedado no Hotel Victoria-Jungfrau é um prazer extra. Já que ele é o melhor da cidade, peça para o Jaguar do hotel buscar você na estação de trem, que fica a poucas quadras.
Ouso dizer que o ‘ouro’ está no spa, na piscina aclimatada e coberta que sabiamente é separada da parte externa por uma grande parede de vidro. Observe que ao lado dela tem uma passagem para fora onde aparece mais um motivo para relaxar: uma jacuzzi superaquecida com uma forte ducha. Daí sim você parece estar em plena conexão com a natureza. Não deixe de marcar um horario, ali foi um dos melhores tratamentos relaxantes da minha vida – a sessão ‘spoilt your self’ (mime a si mesmo) começa sentadinho numa poltrona com seus pés dentro de uma bacia de água quente sendo esfoliados, uma massagem na cabeça e um chá servido em louças negras lindas. Depois de escolher que aromas quer, repare no jardim de inverno, sinta o cheiro do ambiente, feche os olhos e se entregue de corpo e alma a este momento. Após praticamente levitar, encontre seu amor na sala de relax, deite-se nas espreguiçadeiras e lá pelas tantas volte para o calor e o conforto da sua habitação. Descubra que amar neste estado zen pode ser mais do que incrível.

Para saber mais:
www.victoria-jungfrau.ch/

Basel: Le Trois Rois

Suíça, Basel: Le Trois Rois

A primeira vez que fui à Suíça tive a impressão de estar entrando em uma caixinha de joias. Sabe essas com musiquinha? Ela é perfeita, organizada, dentro dos conformes. Esse país tem uma série de curiosidades. Por exemplo, nele se falam quatro idiomas – francês, alemão, italiano e o romanche –, já que o país faz divisa com a França, Alemanha, Áustria e Itália. A sede da ONU fica em Genebra, a Suíça nunca participou de uma guerra mundial e é até hoje país neutro. Politicamente correto, sabe?
Além disso, o povo é britânico com horário. Quando um trem diz que vai chegar ou partir às 16h34, leve isso a sério.
Basel é uma pequena e encantadora cidade com arquitetura barroca, fundada em 44 A.C. Por aí, coloca Velho Mundo nisso! O rio Reno a separa em duas: a Grande Basileia (nome de Basel em português) e a Pequena. Claro que a parte mais legal está na Cidade Velha, em especial na praça Markt Platz, onde acontece a colorida feira de alimentos (cheia de banquinhas com guloseimas, frutas e verduras) na frente da sede da prefeitura, que não é qualquer sede – espie a imagem ao lado e note o detalhe do prédio vermelho com os afrescos de Hans Holbein.
Ainda por essas bandas está a Läckerli-Humus, uma tradicional confeitaria que vende os famosos bolinhos de mel. E, claro, não deixe de provar os chocolates e queijos suíços. No passado Basel foi um importante centro medieval, hoje desponta como um importante centro cultural. Não perca o Museu Vitra e admire o trabalho projetado por importantes nomes, como Herzog & de Meuron, Morget & Degelo e Diener & Diener. Eu disse que ela é pequena e é mesmo, mas ainda assim desponta como a terceira maior cidade do país, com 600 mil habitantes e com economia baseada nos gigantes farmacêuticos. A melhor maneira de circular por ela é de bondes, os Drämmli. Na hora de mimar-se escolha pelo Grand Hotel Le Trois Rois, devidamente bem localizado, nas margens do rio Reno. É um dos hotéis mais antigos da Europa, datado de 1681. Foi remodelado em 1884 e hoje exibe o bem-vindo mix de tecnologia, conforto e serviço com séculos de histórias pelas paredes, fachadas, tetos, móveis. Hóspedes ilustres? Que tal o Imperador Joseph II, Napoleão Bonaparte e Johann Wolfgang von Goethe?

Para saber mais:
www.lestroisrois.com/